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Alain Delon
Alain Delon nasceu na região da Borgonha, próximo a Paris. Quando tinha apenas quatro anos, seus pais, Edith e Fabian, se divorciaram. Delon foi adotado por um casal, mas pouco tempo depois o casal foi assassinado, e Delon retornou para sua mãe verdadeira, agora casada com um outro homem. Neste ponto, tinha uma meia-irmã e dois meio-irmãos. Teve uma infância problemática, sendo expulso de várias escolas. Aos 15 anos, parou de estudar, e aos 17 anos alistou-se na marinha francesa, lutando na Indochina.
Em 1956, passou a viver em Paris. Sem dinheiro, trabalhou como porteiro, garçom, vendedor. Em 1957, foi ao Festival de Cannes com o amigo Jean-Claude Brialy, onde chamou a atenção dos presentes pela sua beleza, entre eles David O. Selznick, que lhe ofereceu um contrato, desde que aprendesse a falar inglês. Delon, então, retornou a Paris para aprender inglês, mas lá conheceu o cineasta Yves Allégret, que o convenceu a começar sua carreira na França.
Com ele, Delon fez seu primeiro filme, "Uma Tal Condessa" ("Quand la femme s’en mele", 1957). No filme Christine,contracenou com a atriz Romy Schneider, e por ela se apaixonou. Em 1959, foram morar juntos, e o relacionamento deles durou cinco anos.
O primeiro grande papel de Delon no cinema foi como Tom Ripley no clássico suspense O Sol Por Testemunha (1959), dirigido pelo cineasta francês René Clément, baseado num livro da escritora Patricia Highsmith. Em 1960, Delon atuou em Rocco e seus Irmãos, dirigido por Luchino Visconti, um dos filmes mais adorados da história do cinema. Ator e diretor tornaram-se amigos e trabalhariam juntos mais uma vez em outro clássico, O Leopardo (1963), vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes.
A beleza física de Delon transformou-o em símbolo sexual dos anos 60 e 70. Apesar disso, sempre lutou para ser reconhecido como um grande ator, e não apenas um rostinho bonito. Em 1962, trabalhou com o cineasta Michelangelo Antonioni, no filme O Eclipse, última parte da célebre trilogia da incomunicabilidade desse diretor. Com o cineasta Jean-Pierre Melville, atuou em filmes como Le Samouraï (1967), O Círculo Vermelho (1970) e O Expresso Para Bourdeaux (Un Flic, 1971). Trabalhou ainda com outros grandes cineastas, como Valerio Zurlini, em A primeira noite de tranqüilidade (1972), Joseph Losey, em Cidadão Klein (1976) e O Assassinato de Trotsky (1972), Jean-Luc Godard, em Nouvelle Vague (1990).
Em 1964, casou-se com a atriz Nathalie Delon, separando-se em 1969. Nos anos seguintes, teve um longo relacionamento com a atriz Mireille Darc. Durante o período em que estava casado com Nathalie, ocorreu um escândalo. Em 1968, um dos seus guarda-costas, Stevan Markovic, apareceu morto com um tiro, e as investigações pareciam mostrar envolvimento de Delon e outras personalidades da época no ocorrido.
Em 1973, fez um dueto com a cantora pop Dalida, na canção "Paroles, Paroles", um hit desta época.
Em 1987, conheceu a modelo holandesa Rosalie Van Bremen, durante a exibição do videoclipe de uma canção interpretada por Delon, "Comme au cinéma". Os dois iniciaram um relacionamento, mesmo com a diferença de 32 anos entre os dois.
Em 1997, para tristeza dos fãs, Delon anunciou que pararia de atuar, decepcionado com os rumos do cinema francês.
Em 2001, Delon divorcia-se de Rosalie. A separação foi muito difícil para ele, que passou a enfrentar períodos de depressão e confessou ter pensado inclusive em suicídio.
Delon possui vários produtos com seu nome, incluindo roupas, perfumes, óculos e cigarros.
Em 2008, retornou aos filmes no recém-lançado filme Asterix nos Jogos Olímpicos no papel do conquistador romano Júlio César.
Filmografia: http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/alain-delon
Prêmios:
Curiosidades - Participou da Guerra da Indochina, quando integrava o exército francês.
Ah, de manhã o chuveiro estourou bonito, fazendo um barulhão danado e deixando um cheiro de queimado por toda a casa. Liguei para o Zé, pois mexi em todos os disjuntores e nada: a casa toda sem luz! Desarmou o disjuntor lá de fora, que levei séculos para achar. Vou esperar pelo Zé, que deve chegar na quarta de madrugada (quinta é feriado de Corpus Christi) para recolocar um novo. Até lá, uso o chuveiro do banheiro de hóspedes (o que vou detestar!)
Hoje estou lavando roupa e atualizei minha planilha de custos. Duas pessoinhas estão mexendo um bocado com a planilha.... Também tenho roupa para passar (um bocado!). Falando nisso, aí vai uma dica do blog Chega de Bagunça, que adoro e que achei super bacana. Vamos lá:
O esforço para manter a organização deve ser diário. Todo dia é preciso estar atento para não juntar tralha, tralha e mais tralha. A tralha não aparece de um dia para o outro, ela é a soma da nossa procrastinação diária. A facilidade para juntar tralha é muito grande, por exemplo, a sacola de compras que não foi jogada fora, a peça de roupa que entrou no guarda roupa sem outra peça ser doada, a mala-direta que não foi para o lixo e assim por diante.A tralha pode ser evitada de algumas formas. O sistema americano chamado fly recomenda "treinar" o arremesso de 27 objetos. Simples e eficiente: Pegue um saco de lixo e jogue 27 objetos desnecessários fora. Não pense. Apenas jogue.Você vai sentir um alívio muito grande!!! Pense também no consumo consciente: se não precisar, não compre! Pense se aquilo vai ter utilidade por mais de 5 vezes em 1 ano. Se a resposta for negativa ou se titubiar, não adquira pois será outro trambolho em casa. Há mais assunto sobre organização na edição de abril da revista Casa e Jardim.

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